terça-feira, 17 de setembro de 2013

Amor à Vida

 "[...] estes homens não conservaram um olhar horizontal, mas vertical."

De tudo o que li esta manhã, uma notícia me chamou atenção. Em São Paulo, duas adolescentes foram assassinadas e a principal suspeita é a mãe.
Mas o que realmente me fez refletir ( É bem verdade que a notícia já nos leva a uma profunda reflexão sobre a perversão da conduta humana) foi a frase pichada na parede da casa, local dos crimes. “Não existe amor em São Paulo” , desabafa o pichador. Em contraponto a publicidade da novela Amor à Vida que está ao lado da foto.

Há milhares de anos a bíblia nos alerta quanto a falta de amor para este tempo ( Mateus 24:12). 
No contexto em que este capítulo bíblico foi escrito, Jesus alertava seus discípulos, e a todos os que no futuro leriam Suas palavras, quanto a deplorável situação dos relacionamentos humanos nos dias próximos do "fim". Ele não desejava que nos conformássemos com essa realidade por estar prevista ( Romanos 12:2). Ao contrário, o conflito da “falta de amor” precede um acontecimento ainda maior apresentado na frase final do capítulo. A volta de Jesus.
Nesse dia, homens e mulheres, que não amaram a própria vida por amor à Cristo, O verão retornar nas nuvens dos céus e morarão com Ele para sempre. ( João 14:3) .
Eis a única esperança de felicidade aos moradores da terra.
Enquanto a felicidade apresentada pelo mundo é o acúmulo de bens e liberdade para fazer do corpo e mente aquilo que se deseja, a bíblia diz que felizes são aqueles que perdem a liberdade por Cristo ( Mateus 5:11 e 12) e ( Salmo 37:16). Como posso alimentar a ideia de que sou dono do próprio nariz e ainda assim acreditar que existe um Deus que me ama e cuida de cada detalhe da minha vida? Incoerência. Se eu amo minha filha, instruí-la é o meu prazer e dever.  A priori, eu é que sei o que é bom para minha filha, mais do que ela mesma. E porque seria diferente com o nosso Criador? 
Mas a palavra “incoerência” sempre foi a relação entre os ensinamentos bíblicos e dos homens.
João Batista foi um homem feliz? Sua casa era no deserto, se alimentava de gafanhotos e no fim da sua vida sua cabeça foi servida no prato de um rei pagão.
Abraão foi um homem feliz? Deixou sua estabilidade junto a casa de seu pai e passados mais de 100 anos aguardando a promessa de um filho, Deus lhe pede o primogênito amado.
Davi foi um homem feliz? Perseguido, mal visto por seus irmãos e traído por seus filhos. Somados os anos do seu reinado, 80% deles foi como um fugitivo.
Paulo foi feliz? Leia 2 Coríntios 11:24 a 28 e confirme. Ainda assim se identificou como vencedor.
Acredita mesmo que estes personagens foram felizes enquanto aqui viveram? 
Entende o contraponto entre o que as novelas e filmes dizem que é felicidade e o que Deus te oferece ?
A diferença é óbvia, estes homens não conservaram m olhar horizontal, mas vertical. Eles aguardavam a promessa da restauração da vida e dos relacionamentos não aqui, mas na Nova Terra. “De que vale o homem ganhar o mundo e perder a sua alma?”, questionou Jesus. ( Mateus 16:25)
Vivemos no intervalo entre duas eras que dividiram a eternidade. Antes do Ëdem e após o retorno de Jesus. 
Não viva como se este pequeno intervalo fosse tudo o que pode conquistar. Deus quer revolucionar seu modo de enxergar o tempo presente e a eternidade que nos espera. Seja feliz, biblicamente falando... Afinal, amar a vida é glorificar o doador da vida e aguardar firme a promessa de Sua volta. Desta forma, o que passarmos aqui é lucro mediante aquilo que viveremos com Jesus. (Filipenses 1:21)
E você, em que escolheu acreditar? 







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